Manhãs de sol
sóis mas manhãs
Manhãs depois de amanhã
Manhãs santas e sãs
sujas e vãs
manhãs.
Manhãs de sol
insonsas manhãs
manhãs sem gosto
desgosto amargo
de sempre estar só.
Manhãs sem vento, só brisa
manhãs que tingem a alma vestida
de nódoas da vida.
Manhãs certeiras
que abrem clareiras
de risos sofridos
de amores perdidos.
Manhãs de sol
total, real
manhãs.
Manhãs frias ou quentes
indiferentes
independentemente serão
manhãs de sol
domingo, 6 de julho de 2008
domingo, 27 de abril de 2008
Pobre do pobre
Pobre do pobre
que sobe.
Acabado,
inspirado num espaço do passado.
Pobre do pobre que procura
no brilho do burguês
que do pouco de um povo
explorado, subornado, imponenete, presente.
Pobre do pobre
não percebe,
que a subida descabida
tá perdida
e precisa aprender
que as posses não é suporte
para a busca do saber.
( aliterando o P e B )
que sobe.
Acabado,
inspirado num espaço do passado.
Pobre do pobre que procura
no brilho do burguês
que do pouco de um povo
explorado, subornado, imponenete, presente.
Pobre do pobre
não percebe,
que a subida descabida
tá perdida
e precisa aprender
que as posses não é suporte
para a busca do saber.
( aliterando o P e B )
Pedido ( aliterando o P)
Peço ao possesso,
que pare de possuir
ocorpo que pertence
ao possuidor:
pois não podes
suportar o pêso
do corpo suspenso
que pare de possuir
ocorpo que pertence
ao possuidor:
pois não podes
suportar o pêso
do corpo suspenso
Sol
Raios luzentes,
calores exessivos.
Claridade que faz dos meus dias,
feios ou lindos,
porém quentes o suficiente
pra brotar o verde
induzir a sêde
estimular o eu vivente.
calores exessivos.
Claridade que faz dos meus dias,
feios ou lindos,
porém quentes o suficiente
pra brotar o verde
induzir a sêde
estimular o eu vivente.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
domingo, 30 de março de 2008
união de sons e tons
Busco um cenário,
de explosões
imagens e som,
sem ruidos
Imagem forte,
canção rouca
liberdade louca.
Tão distante...
figura e figurante
num palco ainda intacto.
Busca incessante
inda que distante,
ouço gritos por entre os dentes.
Cenário completo
figura e figurante.
de explosões
imagens e som,
sem ruidos
Imagem forte,
canção rouca
liberdade louca.
Tão distante...
figura e figurante
num palco ainda intacto.
Busca incessante
inda que distante,
ouço gritos por entre os dentes.
Cenário completo
figura e figurante.
quarta-feira, 26 de março de 2008
ÁGUA
Água que lava,desagua
sacia e mata.
Água dos sedentos
dos desesperados.
Favores alimentados,
pavores descontrolados.
De onde brotas
pra lá...nunca mais.
Tão fina,
tão forte,
tão viva e
de tantas mortes.
( primeiro poema com tema )
sacia e mata.
Água dos sedentos
dos desesperados.
Favores alimentados,
pavores descontrolados.
De onde brotas
pra lá...nunca mais.
Tão fina,
tão forte,
tão viva e
de tantas mortes.
( primeiro poema com tema )
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